Com flores no trilho e acenar para você.
Caminhamos tão apressados, que nos perdemos em nossos próprios passos, e inventamos loucuras com problemas tão comuns. O trem da vida tem a velocidade que permitimos ter, o ritmo que autorizamos. Mas isso só é viável quando estamos no comando. Quando perdemos o equilíbrio da velocidade do trem, a vida fica tão veloz, e acabamos obedecendo ao ritmo da locomotiva, confusa e apressada correndo para um túnel escuro e sem fim. Ficamos estressados, com raiva de tudo, dominado por medos e inseguranças do mundo, acabamos por não lembrar qual é o número do nosso vagão e vagamos pelos alheios corruptos que nos humilham e ofendem quando chegamos onde não se é chamado. A vida é tão rápida quando estamos fora dela, é como tentar parar esse trem com flores nos trilho e acenar para você, nessa minha velocidade alguém vai me ver?
E as flores ficam no trilho e permaneço sem acenar para você. Até aprender a dominar a locomotiva chamada, vida.
O conhecimento talvez não seja o ápice do ser, mas a busca pelo aprender faz a conquista ficar mais otimista. Partilhar também é buscar os mistérios do inconsciente. ('karol)
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
http://www.belacena.com/videos/view/16627
http://www.belacena.com/videos/view/18035
http://www.belacena.com/videos/view/17532
http://www.belacena.com/video/4156
http://www.belacena.com/video/16751
http://www.belacena.com/video/16653
http://www.belacena.com/video/13142
http://www.belacena.com/video/12608
http://www.belacena.com/videos/view/18035
http://www.belacena.com/videos/view/17532
http://www.belacena.com/video/4156
http://www.belacena.com/video/16751
http://www.belacena.com/video/16653
http://www.belacena.com/video/13142
http://www.belacena.com/video/12608
Êfemero... (de pouca duração, passageiro, transitório)
Se pudessemos ter conciencia de como nossa vida é efêmera, talvez pensássemos
duas vezes antes de jogar fora todas as aportunidades que temos de ser e de fazer
os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais.Algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotaram, e há aquelas flores que vivem a vida inteira
até que, petala por petala , tranquilas, vividas se entregam ao vento.
Mas agente não sabe adivinhar.Agente não sabe por quanto tempo estaremos
enfeitando este Éden e tampouco aquelasa flores que foram plantadas a nosso redor.
E descuidamos.Cuidamos pouco.De nós, dos outros.
Nos entristecemos com coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias e as vezes anos.Nos calamos quando deveriamos falar; falamos
demais quando deveriamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso"porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que
gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece, e continuamos os mesmos, fechados em
nós.
Reclamamos que não temos ou achamos que não temos o suficiente.
Cobramos dos outros, da vida , e de nós mesmos.
Nos consumimos.Costumamos comparar nossas vidas com aqueles que tem mais que agente.
e se experimentassemos comparar com aqueles que tem menos?
Isso faria uma grande diferença!
Passamos pela vida e não vivemos.Sobrevivemos, pois não sabemos fazer outra coisa.
Até que inesperadamente, acordamos e olhamos para trás,e nos perguntamos:E agora?
Agora,HOJE, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar um abraço amigo, de dizer palavras
gentis, e ter um gesto carinhoso.
Não olhe para trás.O que passou passou.
O que perdemos, perdemos.
OLHE PARA FRENTE
Ainda é tempo de apreciar as flores que ainda estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efêmera ainda está em nós.
Pense.
Não se perca mais...!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Quase resolvida
Estou quase resolvida, mas tem coisa que ainda não resolvi e quero muito resolver, e vou descobrir e terminar logo com esse joguinho! Quantas vezes vou ter que dizer que o flamengo é melhor do que qualquer outro time brasileiro? Joguinho besta esse que quero mesmo resolver, os outros times são apenas nomes e nomes nada que amendronte a raça rubro negra. Gostou?
Sem gramados de futebol, vamos ao joguinho que faço comigo mesma, e que tardo a resolver. Preciso superar meus medinhos e inseguranças que me fazem voltar ao passado como se ele ali estivesse, quando na verdade o mundo não parou, o mundo continua girando, e eu aqui boba da ‘Silva’, continuo parada esperando dar continuidade em algo que não existe mais e nem existirá. Então pretendo esclarecer dentro de mim que meus sentimentos serão sinceros, sem prender e sem apegar para que eu me sinta livre dentro de mim mesma.
Muitas coisas se resolvem da noite para o dia, ou do dia para a noite, mas se resolvem. O tempo que estive ausente de mim mesma decidi que vou respeitar o que sinto e não fazer dramas pessoais, sociais, culturais e mercadológicos com coisas que já passaram e já estão enterradas e só, e somente eu, pretendo desterra. Acorda morena, a princesa perdeu o sapato porque esperou o príncipe trazer, e ele não voltou.
Para qual time você torce mesmo?
Calada da noite
A chuva que escorre serena no meio da noite desenha levemente as vidraças onde me encontro. Me apoio em um afogamento angustiado de um dia cheio. Cheio de mim e dos meus pensamentos trançados em medos e inseguranças.
E no silêncio que adormece minha coragem, danço o bálsamo dos meus solitários versos que se encontram nas esquinas de cada ponto, interrompidos pela melodia amedrontada do novo dia. Prevalece o meu temor pelo desconhecido, do intangível e impugnante mistério que o amanhã me esconde.
Que o sol, posto que amanhecerá, acenda em meu coração a chama capaz de enxugar toda essa inundação presente na calada da noite.
E no silêncio que adormece minha coragem, danço o bálsamo dos meus solitários versos que se encontram nas esquinas de cada ponto, interrompidos pela melodia amedrontada do novo dia. Prevalece o meu temor pelo desconhecido, do intangível e impugnante mistério que o amanhã me esconde.
Que o sol, posto que amanhecerá, acenda em meu coração a chama capaz de enxugar toda essa inundação presente na calada da noite.
Assinar:
Postagens (Atom)


